Minhas Palavras


A prisão de Flávio Alcaraz Gomes

As veses sinto-me burra de mais.

Como pode uma estudante de jornalismo não deter o conhecimento de todas as informações que acontecem no mundo?

Será que terei sucesso sendo mal informada?

O fato que está me intrigando é que eu não sábia que o flávio Alcaraz Gomes havia sido preso. Mas como? Alguém tão conhecido passa por uma experiencia destas e eu não fico sabendo? Como os professores, ditos mestres, não nos comunicam estas coisas?

Na verdade estou sendo um pouco drámatica, porque este fato ocorreu há muitos anos e eu só fui saber agora e super por acaso, pois fui na biblioteca procurar um livro sobre reportagem e encontrei esta obra.

O livro é bem bacana (não terminei de ler ainda), nele, o Sr. Flávio conta as experiências vividas dentro do presidio central de Porto Alegre, através de um 'diário', onde todos os dias ele escreve como foram os dias que passou na prisão.

O mais interessante neste livro, até o momento, é que o afamado jornalista, não parece estar odiando ficar preso, parece apenas que se conformou em ter que pagar pelo crime que comenteu e, por isso, leva a vida como se estivesse fazendo uma de suas grandes reportagens.

Fica a dica do livro: Prisioneiro 39310 - Profissão: Repórte.



 Escrito por Estela Silva às 13h26 [] [envie esta mensagem]






O Código Da Vinci

Ontem fui assistir o filme O código Da Vinci, adaptação do Livro Homônimo de Dan Brown, e sinceramente gostei muito.

Acredito que a crítica foi muito severa em dizer que o filme é fraco e que o Ton Hanks não está numa boa atuação. Na minha opinião o filme é bem amarrado e também bem feito, o elenco faz juz a todo aquele "fru-fru" misterioso que envolveu o filme até a sua estréia.

O que ainda não consigo entender é o porque de tantas manifestações sobre o lançamento e apresentação do filme. com certeza quem assistiu, não teve sua fé remexida, nem tão pouco vai repensar sobre o que aprendeu durante a sua vida sobre a história de Jesus Cristo, talves aqueles que não são tão fervorosos, caiam em tentação, mas os mais consciêntes e convictos naquilo que acreditam, apenas assistiram um bom filme de ficção e nada mais.

Confesso que fiquei balançada com tanta informação diferente que o filme mostra. De qualquer forma, eu não sou modelo de católica e por isso, não fico envaidecidade de querer saber mais sobre a 'tal ficção'.

Em alguns momentos do filme fiquei pensando, será que isso pode ter algum fundamento?

Será que a Igreja poderia matar para que os descendentes de Cristo e Maria Madelena jamais fossem descobertos?

Não, não, isso parece loucura! Mas quem desacredita, não tem fé, ou mesmo sejá ateu, deve estar se perguntando, será possível que cristo tenha sido um homem mortal, assim como cada um de nós? Que apenas fazia milagres e por isso foi tão respeitado e julgado santo?

Isto eu não sei, mas quem dúvida é louco, principalmente com tanta coisa estranha que acontece no nosso mundo de hoje.



 Escrito por Estela Silva às 13h13 [] [envie esta mensagem]






Imprensa feminina abre espaço ao futebol

Abaixo link de site alemão mostra que além de nós mulheres estarmos nos inserindo cada vez mais no esporte, enfatiza o poder feminino nas copas.

http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2023930,00.html

 



 Escrito por Estela às 16h16 [] [envie esta mensagem]






Nós as "raparigas" desde pequenas aprendemos que futebol é coisa de homem, isto porque viemos de uma sociedade dita "machista" e que nunca aceitou a presença de mulheres em assuntos de esporte. Porém, hoje, vivemos num mundo (o mesmo) um pouco diferente, hoje as mulheres ocupam lugar de destaque na sociedade, mesmo que ainda soframos com preconceitos oriundos do inicio das civilizações.

Tudo bem que entendemos um pouco "menos" de esportes, mas isso não significa que não combinemos com ele. Os homens só têm vantagens sobre o sexo oposto porque nasceram com o futebol correndo em suas veias, porque isso sempre foi o certo. Realmente a palavra está correta, "foi".

Naturalmente o mundo foi evoluindo, veio a globalização e muitas coisas mudaram e uma delas foi a inserção das mulheres no esporte, mas não somente na prática deles, como também nas coberturas e comentários. Nós mulheres estamos cada vez mais próximas do futebol e isso talvez seja motivo de desconforto pela parte dos homens. Parece que quanto mais o cerco se fecha, mais desculpas esfarrapadas eles tem a comentar sobre nossa notória ascensão sobre o assunto.

Por certo, isso é insegurança e não demoramos ouvir que mulher e futebol em nada combinam, mas isto não é verdade. Tanto que exemplos femininos a frente dos esportes não faltam. Vou citar exemplos de jornalistas, pois está é a minha futura área. Começando pela global Fátima Bernardes, que foi eleita a musa da ultima copa do mundo, e isto não porque ela é bonita não, e sim porque mostrou competência no seu trabalho. Neste mesmo time ainda temos Milena Ceribelli, Mariana Becker, Glenda Kozlowski entre outras. Aqui no sul nossa grande representante é Eduarda Streb, mas temos outras tantas que não tem o merecido destaque.

Com isso podemos concluir que nós mulheres de mansinho estamos chegando e com certeza dentro dos próximos dez anos, talvez não leve tanto tempo assim, estaremos em número igual aos homens no meio esportivo. Desta forma, acredito que o preconceito será menor e que o respeito  imperará entre os profissionais e que a competência não seja mais atrelada ao sexo e sim a capacidade e o desempenho de cada um.

 



 Escrito por Estela às 11h37 [] [envie esta mensagem]






Muitas novidades!!!

Nasceu ontem (12/02) minha sobrinha Isabelle, filha da Déa e do José Paulo. Menina pesada e cumprida 3.350 Kg e 52 Cm. Espéro que ela traga muita felicidade para toda a família, mas principalmente para o papai e pra mamãe. Seja muito bem vinda Isabelle!!!



 Escrito por Estela às 14h31 [] [envie esta mensagem]






Quanto tempo.

Muito tempo mesmo. Mas agora é um bom momento para deixar mais algumas palavras...

Depois de muito tempo volto agora para registrar aquilo que estava apenas no papel. Abrimos nosso quiosque na praia.

Quem diria tanto esforço e expectativa e o bar está funcionando a 42 dias ininterruptos.

Eu e o Marcelo estamos muito felizes por termos conseguido realizar este empreendimento. Um grande desafio que está nos dando muito trabalho, mas também muita alegria.

Nunca pensei que conseguiria descansar a mente de uma forma tão espetacular, porém, o cansaço físico às vezes é difícil de vencer. Na primeira semana chorei com dores nas costas e nas pernas, o corpo acostumado a estar sentado oito horas por dia sofreu até se acostumar à nova rotina. São mais de 15 horas de pé por dia, isso sem contar o vai e vem entre cozinha, balcão e área de atendimento.

Já me queimei me cortei, aliás, meus dedos continuam com alguns rasgos que não sei não quando irão fechar definitivamente. Mas não tem problema, é um trabalho novo, sendo assim, aprendi muitas coisas novas, entre elas a domar uma chapa. Aprendi a fazer Xis na marra. Sempre gostei de cozinha, mais especificamente do fogão, mas tenho a certeza de que trabalhar dentro desta área é algo estressante de mais.

Os dias estão passando e a cada minuto contabilizamos os amigos que adquirimos. Eis a melhor parte. A cada dia, a cada hora e isso é a mais pura verdade, conhecemos pessoas que acabam se tornando mais do que clientes. E isto é fruto da dedicação ao bom atendimento e o esmero de pessoas sem nenhuma experiência, mas muita vontade de acertar.

Ser empreendedor é isto, fazer planos e trabalhar para realizá-los.

O que mais nos deixa entediados é a saudade dos familiares e amigos, e é neles que encontramos um grande apoio, e é isso que nos torna fortes e convictos de que nossos sacrifícios serão recompensados, se não através de dinheiro, mas pelo carinho e respeito com que cada um nos incentiva.

São dias duros de trabalho, sem horário certo para as refeições, banho, sono, entre outras coisas. Mas sabemos que é uma experiência única e que depende de nós colhermos os frutos. A cada dia que passa aprendemos a valorizar mais as coisas sejam elas simples ou não. E o mais importante, é que temos a plena consciência de que sairemos vencedores deste empreendimento.

 



 Escrito por Estela às 14h28 [] [envie esta mensagem]






Mais uma sexta...

Até parece que eu só penso em escrever nas sextas-feiras, mas isso não é verdade, na realidade é desleixo.

Quando as pessoas me cobram porque eu não escrevo mais no blog, respondo: "Não tenho internet em casa". Bom tudo bem que eu não tenho acesso à web, a não ser no serviço, mas ai vem o amigo Adriano e diz o seguinte: Não tem web, mas tem word. Podes muito bem escrever e depois publicar. E o pior é que ele tem razão. Adri, prometo que esforçarei-me ao máximo para ficar na ativa...

Bom, mas vamos ao que interessa.

Passei 7 dias em casa, com a pernta para o ar, devido a um acidente no futebol. É futebol sim. Pra quem não sabia, comecei a jogar "futi" no final de semana pra ver se faço um exercício e perco a "barriguina" (bondade né, porque aqui não tem lugar pra barriguinha...)

Em fim, fazer o que? Vida de "CRAKE" é assim mesmo. Um dia mal, o outro também!

De novo...Mais uma vez eu estou as voltas com a elaboração da minha monografia para o TCC. Pra variar, deixei as coisas para última hora e vou acabar me ferrando, pois na quarta tenho uma série de coisas pra entregar pra prof da cadeira de pesquisa e até agora não consegui acabar as fichas de leitura, o que dirá o referencial teórico. Mas tudo bem, geralmente "tudo dá certo no final", e eu só espéro que desta vez não seja diferente.

Para finalizar meu comentário de hoje, quero dizer que estou tri feliz, porque a Revista vai me liberar numa boa no final do ano.

Agora mais do que nunca estou na expectativa e não paro de pensar no bar da praia.

E falando em bar na praia, já estamos pensando em um nome, eu e Marcelo nos engraçamos por um em especial: "Quiosque Casa da Praia".

Quem sabe né.

Até mais.

 

 

 

 



 Escrito por Estela às 17h50 [] [envie esta mensagem]






Sexta-feita, gracias!!!

Estou muito a fim deste findi. Aliás estou louca por ele, apesar de ficar sozinha, pois meu noivinho vai para praia solito.

Tudo bem, sei das minhas responsábilidades, tenho de estudar e estudar muito...E daqui pra frente acho que será assim, pois estou elaborando minha pesquisa/projeto do TCC.

Apesar de tudo, não estou triste, pois vou aproveitar como nunca para enriquecer minha pesquisa. Sabe é até engraçado. Quando saí da Unisinos na última quarta, parecia uma "cdf", cheia de livros e idéias para o meu trabalho, espéro que eu continue neste rítmo.

Mudando de assunto

E esse fim de ano que não chega heim!! Estou louca para me mandar para praia e pegar no pesado.

Nem parece que vou para trabalhar e sim para férias. Mas, levando em consideração que vou trabalhar pra mim mesmo, considero que vai ser divertido de qualquer jeito.

Não vejo a hora de "virar dona de boteco", aliás é a minha cara, não!

Estou cheia de idéias. Para a pesquisa, para o TCC, para a praia...

Aiai...chega logo janeiro. Quero trabalhar muito e curtir, pois a final de contas,  não é porque eu vou trabalhar nas minhas férias, que não possa me divertir....



 Escrito por Estela às 17h51 [] [envie esta mensagem]






Texto em Parceria com a Fê Maciel para o Babélia

Fraldas, chupetas e relatórios

 

 

O universo feminino teve uma mudança brusca da década de 50 pra cá. Naquela época, entre 18 e 25 anos, era o período que a maioria das mulheres engravidava, pois casam jovens e não tinham nenhuma expectativa profissional. Casar, ter filhos, constituir família era o sonho de qualquer mulher da época.

Atualmente, com a evolução da tecnologia, misturada à evolução sexual com a chegada da pílula anticoncepcional e outros métodos, as mulheres estão adiando cada vez mais a maternidade. Se formar, ter uma carreira profissional e estabilidade financeira, com direito a muito conforto, são os principais fatores de uma vida feliz para a mulher do século XXI.

Com toda essa revolução e evolução no universo feminino a mulher passa a adiar a gravidez para depois dos 30 anos, idade que já possui certa estabilidade financeira, bem como emocional. Porém, o corpo não evolui junto com os anseios da mulher moderna o que resulta na dificuldade para engravidar. Apesar disso, a mulher não muda a sua postura. Pois acredita no avanço dos inúmeros métodos de fertilização existentes hoje.

Confiança excessiva na medicina? Pode até ser. Mas a mulher moderna não acredita mais que ter filhos seja algo tão primordial e compensador que não possa ser deixado para depois. E isso tomou proporções tão significativas, que ela, acostumada à rotina do trabalho, à correria diária da vida, se descobre que está grávida acaba tendo uma reação quase que negativa com a idéia de ser mãe. Essa mudança,. digamos, precipitada na rotina acarretará em planos e carreira protelados, ritmo de trabalho desacelerado, pois se vê diante de um replanejamento de toda a sua vida.

A alternativa seria conciliar o desejo de ser mãe juntamente com a carreira profissional. Planejando concomitantemente filhos e trabalho, para que mais tarde não tenha dificuldades, tanto para engravidar, como para modificar a rotina construída durante a sua formação profissional, não deixando que essas duas realidades se tornem uma grande frustração.



 Escrito por Estela às 21h55 [] [envie esta mensagem]






Em plena aula de redação, no meio de um texto para o babélia e eu só pensando na cadeira de pesquisa.

Conciência pesada pode até ser. Mas o que mais estou sentindo hoje é preguiça. Queria tanto ir pra casa e me deitar com as pernas para cima.

Por que estudar?

As vezes me vem esta pergunta a cabeça. Tanto esforço, será mesmo recompensado? Não sei mas a minha esperança  é esta.

Fico confusa entre as aulas, quero me empenhar, mas as vezes parece tão complicado.

Fico refletindo na ida e na volta da faculdade. Serei boa naquilo que pretendo fazer? Dúvidas, dúvias...Ultimamente elas abrigam os mais raros dos meus pensamentos. Não quero mais ter dúvidas. Quero enxergar resoluções para a minha vida.

As vezes penso em desistir de alguns compromissos, mas tenho conciencia que este é um pensamento de uma pessoa fraca, o que não se encaixa em nada no meu perfil.

Quero sair, quero ficar em casa, quero curtir meu "marido", quero tira férias, quero viajar, quero estudar, ver minha mãe, minha afilhada, planejar filhos, arrumar a casa, reformar o banheiro, em fim...

Ai, ai...será que vou ter tempo de fazer tudo aquilo que quero realizar na vida.

Ops, lá vem a dúvida de novo. Por isso , vou parar por aqui, mas pera ai, tenho dúvidas se quero mesmo parar de escrever agora!!!



 Escrito por Estela às 21h42 [] [envie esta mensagem]






Em plena aula de redação, no meio de um texto para o babélia e eu só pensando na cadeira de pesquisa.

Conciência pesada pode até ser. Mas o que mais estou sentindo hoje é preguiça. Queria tanto ir pra casa e me deitar com as pernas para cima.

Por que estudar?

As vezes me vem esta pergunta a cabeça. Tanto esforço, será mesmo recompensado? Não sei mas a minha esperança  é esta.

Fico confusa entre as aulas, quero me empenhar, mas as vezes parece tão complicado.

Fico refletindo na ida e na volta da faculdade. Serei boa naquilo que pretendo fazer? Dúvidas, dúvias...Ultimamente elas abrigam os mais raros dos meus pensamentos. Não quero mais ter dúvidas. Quero enxergar resoluções para a minha vida.

As vezes penso em desistir de alguns compromissos, mas tenho conciencia que este é um pensamento de uma pessoa fraca, o que não se encaixa em nada no meu perfil.

Quero sair, quero ficar em casa, quero curtir meu "marido", quero tira férias, quero viajar, quero estudar, ver minha mãe, minha afilhada, planejar filhos, arrumar a casa, reformar o banheiro, em fim...

Ai, ai...será que vou ter tempo de fazer tudo aquilo que quero realizar na vida.

Ops, lá vem a dúvida de novo. Por isso , vou parar por aqui, mas pera ai, tenho dúvidas se quero mesmo parar de escrever agora!!!



 Escrito por Estela às 21h40 [] [envie esta mensagem]






Red III

Em plena aula de redação, no meio de um texto para o babélia e eu só pensando na cadeira de pesquisa.

Conciência pesada pode até ser. Mas o que mais estou sentindo hoje é preguiça. Queria tanto ir pra casa e me deitar com as pernas para cima.

Por que estudar?

As vezes me vem esta pergunta a cabeça. Tanto esforço, será mesmo recompensado? Não sei mas a minha esperança  é esta.

Fico confusa entre as aulas, quero me empenhar, mas as vezes parece tão complicado.

Fico refletindo na ida e na volta da faculdade. Serei boa naquilo que pretendo fazer? Dúvidas, dúvias...Ultimamente elas abrigam os mais raros dos meus pensamentos. Não quero mais ter dúvidas. Quero enxergar resoluções para a minha vida.

As vezes penso em desistir de alguns compromissos, mas tenho conciencia que este é um pensamento de uma pessoa fraca, o que não se encaixa em nada no meu perfil.

Quero sair, quero ficar em casa, quero curtir meu "marido", quero tira férias, quero viajar, quero estudar, ver minha mãe, minha afilhada, planejar filhos, arrumar a casa, reformar o banheiro, em fim...

Ai, ai...será que vou ter tempo de fazer tudo aquilo que quero realizar na vida.

Ops, lá vem a dúvida de novo. Por isso , vou parar por aqui, mas pera ai, tenho dúvidas se quero mesmo parar de escrever agora!!!



 Escrito por Estela às 21h39 [] [envie esta mensagem]






Só para dizer que não abandonei meu blog não. è que ultimamente, estou com uma demanda muito grande de trabalho e na faculdade.

São quase seis e não encontro inspiração para escrever, por isso, para não falar besteiras, não escreverei.

Té +



 Escrito por Estela às 17h57 [] [envie esta mensagem]






Estou tentando escrever, mas está um pouco difícil.

Muito trabalho, mas daqui a pouco alivia....



 Escrito por Estela às 09h22 [] [envie esta mensagem]






Os textos públicados são para a minha aula de redação 3

Justiça e direitos iguais

Desde cedo aprendemos muitos valores que levamos para toda a nossa vida. Entre eles os direitos constitucionais, por exemplo, o Direito de Igualdade da Pessoa Humana, o Direito e Ir e Vir e um outro que é muito expressivo nos dias de hoje, o Direito de Expressão. E muitos outros que nos fazem cidadãos iguais com nossos direito e deveres.

Não existe na Constituição Brasileira uma lei que diga que se você é negro, ou homossexual seus direitos são diferentes das demais pessoas. Aliás, isto seria um ato de descriminação e preconceito por parte de quem cria as leis no nosso ou em qualquer outro país do mundo.

Tudo que sabemos hoje sobre os direitos dos cidadãos, é que todos somos iguais independentemente de religião, cor ou opção sexual, ou seja, não há nada na constituição que fale sobre alguma diferença entre tipos pessoas.

O reconhecimento dos efeitos jurídicos entre as relações homossexuais vai muito além dos valores dos seres humanos. O que devemos levar em consideração em primeiro lugar, é justamente o fato de estarmos falando de pessoas que tem sentimentos como qualquer outro individuo e quer da mesma forma o respeito da sociedade para que possa manter a sua dignidade e firmar seus direitos como cidadão que é.

O que se discute com o reconhecimento dos direitos homossexuais não são apenas as relações estáveis, é muito mais complicado do que muitos pensam. Entre outros fatos está a instituição familiar e o direito de adoção por casais gays.

Temos plena consciência de que este assunto é muito complexo, porém não podemos simplesmente fechar os olhos para a situação dos homossexuais. Não podemos deixar que “pré-conceitos” anulem nossos instintos solidários e humanos perante nossos semelhantes.

A sociedade precisa se libertar de toda a discriminação e preconceito para aceitar as diferenças que todos os dias surgem e lembrar que não cabe a nós julgarmos quem quer que seja.

É preciso buscar a harmonia e a consciência dos nossos valores, lutando sempre por uma vida mais justa e digna para todos, onde possamos viver com mais justiça, igualdade e fraternidade.

 



 Escrito por Estela às 09h21 [] [envie esta mensagem]




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